
Programa nacional de erradicação de PRRS na Hungria
Segundo o estatuto actual e a experiência acumulada durante o ano e meio prévios, a Hungria estará livre de PRRS em 2020.

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Segundo o estatuto actual e a experiência acumulada durante o ano e meio prévios, a Hungria estará livre de PRRS em 2020.

Os vírus de gripe suína apresentam uma alta diversidade genética e antigénica que está potenciada por factores epidemiológicos, o que pode conduzir a um déficit na protecção cruzada entre estirpes pertencentes a um mesmo subtipo.

O desmame desencadeia uma série de alterações que levam à redução da ingestão e à deterioração da arquitectura intestinal resultando, em última instância, no aparecimento de infecções, diarreia e baixo rendimento dos animais.

A DE aparece normalmente 1 ou 2 semanas após o desmame e quase sempre associada à presença de um ou vários factores de risco.

Estou convencido de que algumas estirpes desta bactéria são patogénicas para os porcos e podem produzir diarreia e reduzir o crescimento, contudo não há um teste disponível que possa detectar ou identificar as estirpes patogénicas de <i>C. perfringens</i> tipo A.

O principal objectivo ao iniciar um programa de controlo do PRRSv é deter a circulação do vírus nas porcas reprodutoras.

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Contactos temporais por espaços curtos de tempo estão associados a um maior risco de Pneumonia Enzoótica.

Pelo menos 25% dos leitões de 2 a 3 semanas estavam coxos, alguns estava tão coxos que ficavam deitados nos refúgios a tremer e eram incapazes de se pôr em pé.

Há poucos países da União Europeia que estejam a planear uma erradicação a nível nacional.

Muito provavelmente o estado imunitário das explorações em relação ao PCV2 modificou-se relativamente ao que tinham antes de que as vacinações de leitões fossem massivas.

Parece que temos um novo vírus capaz de provocar uma doença vesicular nos porcos.

Para conseguir ter anticorpos adquiridos activamente preparados no momento do desmame, os leitões deveriam ser imunizados entre os 10 dias e as 2 semanas antes do desmame.


Actualmente, não se pode recomendar nenhuma análise RT-PCR como método universal que permita a detecção de todas as estirpes de PRRSV com uma sensibilidade óptima.

Apesar de não terem uma reacção serológica pós-vacinal consistente, os animais vacinados comportavam-se de um modo totalmente distinto aos não vacinados em condições de campo.

Não se encontrou nenhum enteropatogénico numa quantidade clinicamente relevante, pelo que a massiva infestação de Blastocystis sp. foi considerada significativa neste caso.

É proposto o acompanhamento das porcas de reposição através de um programa de recolha de fluidos orais.

Ficam muitas questões por responder, como por exemplo que impacto tem a doença a nível reprodutivo em situações endémicas, especialmente em nulíparas, ou qual é o papel que a gripe tem nas maternidades e baterias, mesmo quando sabemos que estes últimos animais podem ter um papel importante como reservatório do vírus numa exploração infectada endemicamente.

Efeito de uma vacina viva modificada de vírus de PRRS sobre a excreção da forma selvagem do vírus numa população infectada de porcos de engorda.



Entender as possíveis causas de claudicações pode ajudar a reduzir os seus níveis, na reprodução, e portanto melhorar a produtividade e o bem-estar das porcas.

Com base em inquéritos serológicos retrospectivos, a primeira evidência de PRRSV é de 1987, da antiga República Democrática Alemã mas depressa a doença foi descrita na maioria dos países europeus.

O vírus da Gripe Suína tipo A (IAV-S) pode estabelecer-se nas explorações de ciclo fechado e persistir durante muito tempo com infecções recorrentes em cada lote a uma idade determinada.

A maneira mais directa de diminuir a concentração de agentes infecciosos no ar é diminuir a concentração de pó. Neste artigo expõe-se o uso de um sistema de ionização de partículas denominado EPI.

Após duas semanas de quarentena, as marrãs começaram a coxear. O tratamento com amoxicilinas não deu resultado, apenas com doses elevadas (10 mg/kg) de macrólidos e espectinomicinas.

Após 24 anos de experiência, ainda não há um plano de controlo que reúna consenso e seja aceite por toda a comunidade técnica. Porquê?


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