
Biossegurança Interna: McREBEL e mais à frente!
Nesta série de artigos sobre biossegurança interna, será revista a estratégia McRebel e outras usadas para controlar o movimento de agentes patogénicos dentro da exploração durante o trabalho diário.

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Nesta série de artigos sobre biossegurança interna, será revista a estratégia McRebel e outras usadas para controlar o movimento de agentes patogénicos dentro da exploração durante o trabalho diário.

M. hyopneumoniae participa na maioria das co-infecções do complexo respiratório suíno. Como funciona e que efeitos tem?

Ao longo da minha vida profissional tive a oportunidade de gerir várias explorações de porcas onde tenho visto grandes diferenças no desmame por porca e na mortalidade pré-desmame, apesar de ter praticamente as mesmas linhagens genéticas, dieta ou instalações.

O objectivo deste artigo é inspirar os gestores de explorações sobre como os planos de controlo / erradicação de PRRSV podem ser implementados numa determinada exploração

Neste artigo desta série, com o Dr. Hans Nauwynck (Universidade de Gante, Bélgica), revemos a sua opinião sobre as principais lacunas que existem na investigação da PRRSV e como vislumbra o futuro desta doença ao considerar tecnologias de diagnóstico e estratégias de vacinação.

O diagnóstico mais rápido fará uma diferença significativa na luta contra a Peste Suína Africana?

Este artigo descreve as principais lesões que caracterizam as principais pneumonias bacterianas em porcos. Embora a maioria sejam agentes oportunistas, existem dois agentes bacterianos primários que são capazes de causar lesões por conta própria.

Câmaras 3D colocadas acima dos parques podem detectar automaticamente mudanças na posição das caudas, servindo de sistema de alerta precoce para produtores antes de surtos de caudofagia.

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Onde estão a ser encontradas mais evidências do possível papel do PCV-3 é em certos problemas reprodutivos.

Para ter sucesso, a monitorização, deve ter em consideração, entre outros factores, o objectivo a que se destina, a fase de produção e o tipo de animal a ser amostrado.

As empresas de carne dos EUA trabalharam muito para identificar e adoptar as melhores práticas que limitassem a transmissão do SARS-CoV2 dentro das suas equipas de trabalho.

A frequência de problemas sérios no genótipo a foi muito menor do que no genótipo b. Por que a frequência desses genótipos mudou?

Entrevista a Dra.Kristien Van Reeth, catedrática de virologia na Universidade de Ghent, Bélgica e perita em vírus da gripe suína. A Dra. Van Reeth acredita que estas descobertas interessantes necessitam de muitas mais nuances e trata de por as coisas em perspectiva.

Foi investigada a prevalência de infecção e excreção de Salmonella em 495 leitões recém-desmamados e os resultados foram surpreendentes…

Este artigo irá rever as diferentes opções de diagnóstico de PRRS em função dos diferentes cenários para os quais são realizadas amostragens de PRRS no campo.



Este artigo resume algumas das etapas mais importantes ilustradas num vídeo animado para impedir a disseminação do COVID-19 entre os trabalhadores enquanto executam as suas tarefas diárias na exploração.

O progresso não passa apenas pelo Smart Farming: uma solução simples que pode melhorar muito a biossegurança entre lotes de leitões desmamados, evitando a recirculação de doenças.

A alta capacidade de sobrevivência no ambiente, o longo período infeccioso, a protecção cruzada limitada, a diferente patogenicidade das estirpes ou as infecções concomitantes dificultam a estabilização.

Diferentes agentes patogénicos respiratórios produzem diferentes tipos de tosse, que pode variar, num parque de engorda, segundo a infecção presente. Vale a pena escutar com atenção!

Este artigo analisa as diferentes lesões micro e macroscópicas causadas pelos vírus de PRRS, PCV2, o vírus da gripe suína e o coronavirus respiratório suíno.

O mundo dos vírus é dinâmico, a sua epidemiologia varia de acordo com nossas acções e novas estirpes e novos serótipos aparecem. Estamos preparados?

Que tipo de células compõem o sistema de defesa respiratória em porcos? Como é que se organizam e se comunicam entre si?



Lições aprendidas de dois dos principais virologistas da indústria suína americana, o Dr. Torremorell e o Dr. Culhane, de outros surtos de coronavírus que se espalharam pelo mundo na indústria suína.

Nestes últimos anos, desde que apareceu a vacina contra o PCV-2 para solucionar a enorme problemática gerada pela Circovirose, que pensas que mudou e de que maneira afecta as explorações?

Esta vacina parece prometedora, mas.. vamos vê-la na Europa?

A biossegurança nas explorações é fundamental para impedir a entrada de novas infecções e doenças dos suínos, mas as doenças humanas também podem ser devastadoras: o Covid-19 pode colocar em risco a equipa humana da exploração.

Porque é tão complicado conseguir ter uma biossegurança eficiente no transporte?

O coronavírus COVID-19 veio à tona nas últimas semanas. Neste artigo, revisamos as diferentes doenças que os vírus desta família causam em porcos, lembrando que nenhuma infecção foi relatada em humanos por coronavírus suíno.

Neste artigo são transcritas as indicações da OMS para a higiene das mãos, algo muito importante no dia a dia de uma exploração de porcos, já que uma lavagem incorrecta deixa zonas sujas.

Este protocolo permite monitorizar a presença do vírus em todas as fases da produção, com bons resultados, pouca dificuldade técnica e menor custo.


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