
Verde, que te quero verde
Esperávamos o clássico regresso à subida dos preços por volta de 20 de Março até que o USDA publicou o relatório de stocks e sementeira…

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Esperávamos o clássico regresso à subida dos preços por volta de 20 de Março até que o USDA publicou o relatório de stocks e sementeira…

Apresentamos a evolução do censo de gado suíno na União Europeia desde 2003 até 2012.

A sectorial do suíno alemã (ISN) apresentou o top ten dos matadouros de porcos na Alemanha em 2012: é observada uma forte queda nas quotas de Vion e Danish Crown.

Apresenta-se a evolução do preço da ração de leitões, crescimento, engorda e reprodutoras durante os últimos oito anos.

Os preços dos cereais continuam mais ou menos os mesmos e a proteína continua em preços caros.

Apresentamos dados de um estudo da Comissão Europeia para obter informação detalhada sobre cooperativas e organizações de produtores.

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No ano 2011 os principais destinos extra-comunitários das exportações europeias de produtos suínos foram a Rússia, a China, Hong Kong e o Japão.

Seis países importam 71% do volume importado pela UE-27.

Ainda que o mercado possa ceder, pensamos que se assume mais risco não cobrindo que cobrindo a posição Março-Junho.

A Alemanha é o principal produtor europeu de suíno, mas também é o principal importador.

Apresentamos uma estimativa da FAO sobre a evolução da procura de proteína de origem animal entre 2000 e 2030 em todo o mundo.

O mercado decidiu resituar-se antes de tempo, não esperar por Fevereiro/Março, e começar a descida em Dezembo.



O Japão é o primeiro importador mundial de carne de porco, com 25% das importações.

Nos últimos 10 anos a produção suína aumentou 18 % no Brasil, desde as 2,87 milhares de toneladas de 2002 até as 3,38 milhares de toneladas em 2011.

Nesta entrega o autor comenta alguns dos elementos que movem o mercado além da oferta e da procura.

As suas características geográficas proporcionam-lhe condições únicas de isolamento na região latino-americana, o que é vantajoso para erradicar doenças de alta implicância económica na indústria do porco, como é o caso da PRRSv e da Peste Suína Clássica (PPC).

Os próximos meses serão pintados com a cor da estabilidade ou da subida salvo algum momento pontual em que o mercado possa ceder algum euro.

O mercado de matérias-primas tornou-se numa nora, e este último mês apeteceu-lhe descer.



O milho no porto está nos 267 €/Tm. Além disso, começámos a colheita nacional e em poucas semanas a de França, com o que a tendência continua a ser baixista.

O mercado demonstra que se deve comprar quando os preços das matérias-primas permitam fazer carne a preços razoáveis é só equacionar que percentagem cobrir.

A má colheita nacional, a falta de água nos USA e os movimentos dos fundos juntos com a revalorização de dólar levaram a uma importante subida dos preços tanto para a nova colheita como para a velha.

Com os portos cheios e perante a proximidade da nova colheita os preços dos cereais tendem à baixa. No entanto não se preveem alterações no complexo da proteína.

Os fundos que investiram nas matérias-primas nos últimos meses obtiveram uma rentabilidade próxima a 30% pelo que é quase impossível que “saiam” dos mercados de matérias-primas.

A oferta e a procura são importantes mas não o suficientes para determinar o preço das matérias-primas, nos últimos anos o petróleo e os fundos de investimento ganharam-lhes terreno.


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