
Covid-19 UE: medidas de gestão de fronteiras e garantia do transporte de animais e bens
Os Estados-Membros devem preservar a livre circulação de todos os bens, garantindo a cadeia de abastecimento de produtos alimentares perecíveis e animais.

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Os Estados-Membros devem preservar a livre circulação de todos os bens, garantindo a cadeia de abastecimento de produtos alimentares perecíveis e animais.

Os porcos transportados ilegalmente em Sichuan testaram positivo a Peste Suína Africana.

O transporte dentro da UE, geralmente, preserva o bem-estar dos animais, contudo, os dados indicam que a maioria dos transportes que saem da UE não cumprem as normas aplicáveis na UE.

Espera-se um aumento no número de suínos na Austrália devido ao aumento dos preços, dando origem à recuperação da produção em finais de ano.

Uma auditoria da Comissão Europeia revela que se tomaram poucas medidas tangíveis para melhorar o cumprimento das disposições da Directiva sobre suínos e para reduzir as mordeduras de cauda e evitar a caudotomia.

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O objectivo da utilização dos cães é evitar a entrada da Peste Suína Africana, entre outras doenças e pragas que podem afectar o agro-negócio.

A DG dos Direitos dos Animais terá por objectivo a promoção de políticas para a protecção dos animais e do seu alinhamento com a legislação europeia.

A Comissão apresentou directrizes aos Estados Membros sobre medidas de gestão de fronteiras relacionadas com a saúde no contexto da emergência por COVID-19.

Os produtores argentinos de carne de porco irão beneficiar de um imposto de exportação mais baixo, enquanto que os produtores de soja irão pagar mais.



O efectivo de suínos do Reino Unido atingiu os 3,78 milhões de animais em Dezembro de 2019.

Se bem que o estado de alarme limite a livre circulação, este não vai afectar o transporte de animais ou de rações nem o normal funcionamento dos serviços veterinários.

A Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) acaba de actualizar a ferramenta interactiva para exibir dados de resistência a antibióticos, correspondentes a 2018.

Actualmente, não há evidências de que os alimentos possam ser uma fonte ou provável via de transmissão do vírus.

O consumo interno continua a cair na maioria dos Estados-Membros da UE.


A descida do inventário de porcos canadianos marca o segundo declínio anual consecutivo mas a procura do Japão ajudou a manter as exportações, apesar da proibição da China.

As exportações brasileiras de carne de porco totalizaram 67,4 mil toneladas em Fevereiro.

Mais de 5,9 milhões de porcos foram abatidos no Vietname devido ao PSA, mas o número de porcas eliminadas é desconhecido. A IPSARD criou dois cenários de simulação para prever as implicações.

Salmonella e Campylobacter são cada vez mais resistentes ao ciprofloxacino, não obstante houve uma evolução positiva em animais produtores de alimentos.


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