
Cereais da UE: O que esperar até 2035
O relatório Perspectivas Agrícolas da UE da Comissão apresenta projecções para os mercados de cereais da UE até 2035.

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O relatório Perspectivas Agrícolas da UE da Comissão apresenta projecções para os mercados de cereais da UE até 2035.

O acto legislativo entrará em vigor no dia seguinte à sua publicação no Jornal Oficial da UE.

A produção de rações na UE deverá manter-se estável em 2025, com um ligeiro aumento de 0,4% em relação a 2024, apesar dos desafios económicos e regulamentares.

Os preços globais do trigo, milho, cevada e sorgo aumentaram.

O Conselho concorda em simplificar e adiar a aplicação do Regulamento contra a Desflorestação, reduzindo os obstáculos e facilitando a sua implementação.

Os Estados Unidos dependem fortemente da importação de vitaminas e aminoácidos, a maioria proveniente da China. Isto representa riscos tanto para a estabilidade da cadeia de abastecimento como para a segurança alimentar nacional.

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A Espanha actualizou a regulamentação sobre a utilização de proteína animal processada na alimentação animal.

Mais de vinte organizações europeias apelam a uma revisão do Regulamento da União Europeia sobre Desflorestação (EUDR) devido à incerteza jurídica e ao risco de interrupções no fornecimento de matérias-primas, incluindo a soja.

A produção de alimientos compostos para animais em Espanha deverá atingir 38,8 milhões de toneladas em 2024.

Foram registados aumentos nos volumes de produção de rações para as três principais espécies-alvo (suínos, bovinos e aves).

A iniciativa visa simplificar, clarificar e modernizar determinadas disposições de vários regulamentos de segurança alimentar e alimentos para animais da UE.

Prevê-se que as exportações de trigo mole recuperem em 2025/26, apoiadas por uma colheita crescente e pelo aumento da procura por parte de países terceiros.




A Espanha prevê uma colheita de grãos de 25,8 milhões de toneladas, com um rendimento médio recorde de 4,57 t/ha, 16% superior ao de 2024.

Ministros pedem uma estratégia europeia para proteínas e diversificação de fontes para reforçar a autonomia e a sustentabilidade.

A Copa-Cogeca prevê um aumento de 6,9% nos cereais e de 8% nas proteaginosas, apesar da redução da área cultivada.

Bruxelas confirma tarifas definitivas sobre a lisina chinesa devido a práticas de dumping que prejudicaram gravemente a indústria europeia.

A França apoia dez projectos-chave em torno das leguminosas para reforçar a sua soberania alimentar e a sua auto-suficiência em proteínas vegetais.

O Conselho adoptou, finalmente, um regulamento que impõe novas tarifas sobre os produtos agrícolas e certos fertilizantes provenientes da Rússia e da Bielorrússia.



As cotações do milho recuam com a previsão de colheitas record, enquanto soja mantém preços firmes no grão; mas os derivados como óleo e a farinha continuam a descer.

Os preços mundiais do milho, do sorgo, da cevada e do trigo diminuíram, enquanto os preços do arroz aumentaram.

Em 22 de Maio, a Comissão Europeia, no âmbito do seu Regulamento relativo à desflorestação (2023/1115), classificou a Argentina como um país de risco de desflorestação “padrão”.

Entre os principais produtos que a Argentina vende ao mundo estão: milho, óleo de soja, cevada, óleo de girassol, amendoim, moluscos, queijos, peras, batata e couro, entre outros.

Os peritos da FEFAC prevêem uma estabilidade contínua no mercado de produção de alimentos compostos para animais da UE até 2025.

O Comité do Comércio Internacional aprovou um aumento de 50% das taxas sobre alguns produtos agrícolas russos e bielorussos para reduzir ainda mais a dependência da UE.

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