
Brasil: seca influencia produtividade de soja e milho na colheita 2021/22
A falta de chuvas prejudicou o desenvolvimento da soja e do milho, principalmente na região Sul e no Mato Grosso do Sul, na colheita 2021/2022.

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A falta de chuvas prejudicou o desenvolvimento da soja e do milho, principalmente na região Sul e no Mato Grosso do Sul, na colheita 2021/2022.

A falta de humidade dos solos retarda o avanço da sementeira de milho e os hectares que faltam semear atingem o seu valor mais elevado de sempre.

O forte crescimento das exportações brasileiras foi impulsionado pela subida dos preços internacionais, bem como pela queda na produção mundial do cereal.

Em comparação com o relatório de Setembro, destacam-se os novos cortes nas previsões de produção e de exportações dos Estados Unidos para o milho e para a soja mas, para a América Latina, são estimados aumentos para a oleaginosa nestes dois indicadores.

Devido à redução do censo suíno, o volume de produção de ração para porcos diminuiu 7,6%, mas continua a ser o mais importante com 9,1 milhões de toneladas.

A produção brasileira de grãos pode atingir 312,4 milhões de toneladas na campanha 2022/23. O volume supera em 41,5 milhões de toneladas o anterior record.

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Os dados revistos apontam para um aumento da produtividade e da produção.

Na passada 2ª feira teve lugar a reunião de Ministros Europeus da Agricultura durante a qual se discutiu sobre as consequências da agressão russa contra a Ucrânia na produção agrícola e na logística.

Favorecida pela maior humidade do solo, a sementeira da nova campanha de soja continua no Brasil, sobretudo no Paraná, Mato Grosso e São Paulo.

O Porto de Tarragona é o porto do Estado e do Mediterrâneo com maior volume de movimento de cereais.

Os preços do milho estão elevados no mercado interno, apesar da previsão de stocks confortáveis.

As culturas primaveris sofreram com a seca e as altas temperaturas. Como resultado, os rendimentos caíram drasticamente, especialmente no caso do milho de sequeiro.


Os fabricantes de rações temem não ser capazes de satisfazer a procura dos agricultores se este cenário se mantiver.

Na campanha passada, foram registadas temperaturas elevadas e falta de chuva durante o desenvolvimento das culturas da primeira safra que afectaram negativamente a produção.

A área de cultivo permanece estável, com ligeiros aumentos nas culturas arvenses e lenhosas.

O destaque foi para as vendas externas de milho.

O tempo adverso, a falta de chuva e as altas temperaturas levaram a uma colheita 20% abaixo da média dos últimos cinco anos.

As desvalorizações estão ligadas ao avanço da segunda colheita e a melhoria do clima nos Estados Unidos.



Oleksandr Kubrakov, ministro das infra-estruturas da Ucrânia, anunciou a retoma das exportações de cereais por via marítima, que tinham sido bloqueadas devido à guerra.

A pedido dos Estados-Membros da UE, a Comissão propõe uma derrogação temporária a curto prazo às regras de rotação de culturas e de manutenção de elementos não produtivos nas terras agrícolas.

A produção industrial espanhola de alimentos compostos para animais de produção em 2021 manteve-se em níveis similares aos do ano anterior. Para este ano prevê-se uma diminuição.

Com o avanço da colheita na maior parte dos Estados e perante as novas estimativas oficiais indicando oferta record na campanha 2021/22, os preços do milho continuam em queda.

Volume representa um crescimento de 6,7% em relação à temporada passada, ou seja, cerca de 17 milhões de toneladas.

A projecção agora é que serão produzidos pouco mais de 36,2 milhões de toneladas contra 36,8 milhões de toneladas previstas em Maio. Ainda assim, trata-se de uma colheita récord.


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