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Placas de refrigeração para primíparas em ambientes de alta temperatura e humidade

Foi realizado um estudo para determinar a resposta de primíparas ao uso de placas de arrefecimento sob condições de stress térmico.

3ª feira 30 Abril 2019 (há 24 dias)
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A produtividade, o rendimento reprodutivo e o bem-estar dos porcos são reduzidos durante períodos de altas temperaturas e o método de arrefecimento mais frequentemente usado, por evaporação, não é muito eficaz em condições de alta humidade. O uso de placas de arrefecimento nas quais a água fria circula através de tubos tem o potencial de arrefecer os porcos em condições de alta temperatura e alta humidade.

Foi realizado um estudo para determinar a resposta de primíparas ao uso de placas de arrefecimento sob condições de stress térmico. As placas condutoras, com 15 cm de largura por 127 cm de comprimento, continham tubagem de cobre de 13 mm de diâmetro e foram colocadas num piso slat standart. O tamanho e a localização das placas eram tais que as porcas podiam estar completamente em cima das placas, parcialmente ou evitar o contacto. A água fria (18 ° C) foi bombeada através de cada placa a uma taxa de fluxo de 4 l / min no caso do tratamento das porcas, enquanto no caso das porcas de controlo não correu água através dos tubos. As primíparas foram aclimatadas sob condições termoneutras (16 ° C) e depois alojadas sob condições de stress térmico (35 ° C). A produção total de calor do animal, a taxa de respiração e a produção de humidade foram determinadas.

Os resultados mostram que, durante os períodos de stress térmico, as placas de arrefecimento reduziram a produção de calor das porcas em cerca de 10%, a produção de humidade em 34% e a taxa de respiração em 22%. Na maioria dos casos, as placas de arrefecimento reduziram significativamente o início da respiração ofegante.

Gerald Riskowski, Christopher S. Shaffer, Paul C. Harrison. Effect of conductive cooling pads on heat and moisture production of gilts in hot and thermoneutral environments. CIGR. Vol. 19, Nº 4 (2017). http://www.cigrjournal.org

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