
PSA Filipinas: Menos áreas afectadas
As Filipinas registaram uma diminuição do número de barangays (bairros) com casos activos de Peste Suína Africana.

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As Filipinas registaram uma diminuição do número de barangays (bairros) com casos activos de Peste Suína Africana.

Estão a ser consideradas duas zonas: a Zona 1, uma zona de vigilância onde não foram reportados casos, e a Zona 2, que abrange a área onde foram detectados focos.

O governo catalão mantém a sua estratégia inicial, mas solicitou um apoio extraordinário do Estado para aumentar os recursos alocados aos esforços de controlo na área recentemente afetada.

Dos sete novos casos confirmados, um localiza-se no município de Sant Feliu de Llobregat, que foi, por isso, adicionado à zona de alto risco. Além disso, estão em curso trabalhos com a Comissão Europeia para reclassificar a área actualmente afectada em Zonas I e II.

Molins de Rei e El Papiol fazem agora parte da zona de alto risco de infecção após a confirmação de dois novos casos positivos em javalis encontrados no primeiro município.

Serão realizadas batidas aos fins de semana para reduzir a população de javalis.

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O foco ocorreu numa exploração de bovinos.

A Saxónia está novamente livre da Peste Suína Africana.

O Comité Científico de assessoria sobre a Peste Suína Africana em Espanha concluiu o seu relatório preliminar.

Até ao momento, foram confirmados 26 focos, totalizando 142 casos positivos, todos localizados na zona de alto risco.

Estes porcos foram considerados seguros para consumo humano e para utilização em rações para animais.

A via individual de importações pessoais de produtos de origem animal foi considerada a via de maior risco.


O Serviço Veterinário Oficial (SVO) do Governo da Catalunha notificou três novos focos secundários, num total de 18 animais.

Estes novos dados elevam o número total de focos reportados para 20, com um total de 85 javalis positivos.

As novas regras entram em vigor a partir de 4 de Fevereiro.

Um total de 13 animais foram encontrados mortos, todos localizados dentro da zona de alto risco delimitada pelo raio de 6 quilómetros.

O primeiro mapa europeu de densidade de javalis em alta resolução é uma ferramenta fundamental para a gestão da Peste Suína Africana e de outras doenças, além de melhorar o controlo sustentável das populações de javalis.

Em 2025, a PSA apresentou uma evolução desigual na Europa, com um ligeiro ressurgimento nos suínos domésticos e um aumento significativo de casos em javalis, que continuam a ser o principal reservatório do vírus. De salientar o aparecimento da doença em Espanha, o principal produtor europeu.



O agronegócio argentino consolida a sua integração global ao eliminar as barreiras sanitárias em mais de 160 mercados até 2025.

As vendas de medicamentos antimicrobianos de importância médica aprovados para utilização em animais destinados à produção de alimentos aumentaram 16% entre 2023 e 2024.

Estes novos casos não refletem um aumento súbito da incidência, mas antes correspondem a deteções acumuladas dos dias anteriores.

Os dados actuais não confirmam que a estirpe do vírus da Peste Suína tenha tido origem nalgum laboratório, de acordo com a sequenciação realizada pelo catalão Instituto de Investigação em Biomedicina (IRB), e ficam a aguardar os resultados dos laboratórios de referência.

Nem os resultados da auditoria do Comité de Auditoria nem o relatório da União Europeia identificam qualquer evidência de que o vírus tenha saído do IRTA-CReSA.

O objetivo do acordo é permitir a continuidade do comércio com áreas livres de Peste Suína Africana (PSA), caso a PSA seja detetada no Canadá.


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