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Portugal: DGAV alerta para perigos e cuidados a ter com a Febre Aftosa no Norte de África

As autoridades veterinárias da Argélia notificaram um foco de Febre Aftosa em bovinos, no Norte da Argélia.

4ª feira 25 Julho 2018 (há 4 meses 18 dias)
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As autoridades veterinárias da Argélia notificaram, a 28 de Junho, um foco de Febre Aftosa em bovinos, no Norte da Argélia. De acordo com esta notificação, 12 bovinos num efetivo de 13 bovinos apresentaram sintomatologia compatível com a Febre Aftosa.

Foram aplicadas as seguintes medidas:

  • controlo da movimentação dentro do pais;
  • · abate dos animais afectados;
  • · desinfecção das instalações;
  • · vigilância na zona de protecção em redor do foco;
  • · vigilância fora da zona de protecção;
  • vacinação (quando a vacina estiver disponível).

Mais 3 focos de FA foram notificados posteriormente em bovinos e as medidas aplicadas foram as mesmas do primeiro foco.

Dado o um número significativo de remessas de bovinos vivos que é exportado dos Estados-Membros para esses países, a Comissão Europeia fez publicar a Decisão (EU) nº 2018/489 de 21 de março, que prolonga até ao dia 30 de Junho de 2019 as medidas preventivas destinadas a prevenir a introdução do vírus da Febre Aftosa a partir do Norte de África, nomeadamente no respeitante à limpeza e desinfeção de veículos e navios.

É de reforçar a importância de se terem em atenção as medidas preventivas e de biossegurança nas explorações de ruminantes e suínos mencionadas na nota informativa n.º 1/2018 de 20 de junho da DGAV e que são as seguintes:

  • correcta aplicação das medidas de biossegurança nas explorações, nos centros de agrupamento e nos entrepostos;
  • · apropriada aplicação das medidas de biossegurança nos transportes, nomeadamente no respeitante à adequada limpeza e desinfecção dos veículos e navios que transportam os animais;
  • · proibição da alimentação dos animais com lavaduras e restos de cozinha e de mesa ou com matérias que os contenham ou deles derivem;
  • · adequado encaminhamento e destruição dos sub-produtos;
  • obrigatoriedade de todos os intervenientes de reportar qualquer suspeita ou ocorrência de Febre Aftosa.

Reforça-se ainda que é obrigatório a notificação de qualquer suspeita ou ocorrência de Febre Aftosa aos serviços regionais da DGAV.

Quinta-feira, 19 de Julho de 2018 / DGAV /Portugal http://www.dgv.min-agricultura.pt

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