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Argentina: dados positivos para o sector suinícola

De acordo com os últimos dados da Secretaria da Agro-Indústria, nos quatro primeiros meses de 2019, o abate de suínos aumentou 3%, chegando a 2,2 milhões de animais.

4ª feira 10 Julho 2019 (há 2 meses 13 dias)
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A produção de carne subiu 5%, com 201000 t, segundo publica o Ministério da Agricultura espanhol no seu boletim de notícias do exterior. Há que ter em conta a dimensão do sector: em 2018 o abate de animais foi de 6,7 milhões e produziram-se 620000 Tm, mais 10% que em 2017. Estes crescimentos aconteceram devido à melhoria do consumo interno e às exportações.

Aumenta o consumo

No mercado doméstico, o consumo de carne de porco per capita voltou a crescer este ano. Em 2018 tinha subido 8% e neste primeiro quadrimestre de 2019 aumentou mais 1% interanual, chegando aos 14,37 quilos. Esta subida é importante se tivermos em conta os 6 quilos que se consumiam há 15 anos. Isto deriva do aumento do preço da carne de bovino nestes meses, o que modificou a dieta da população.

Forte aumento das exportações de carne de porco

O grande salto aconteceu no âmbito das exportações. Nos primeiros quatro meses de 2019, exportaram-se 7586 toneladas, o que se traduz em mais 53% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já em 2018 se registou um aumento de 23192 toneladas, mais 59% em relação a 2017. Protagonista deste impulso é a Argenpork, Consórcio de Exportação de Carne de Porco da Argentina, criado em Outubro de 2015. Actualmente é composto por 18 empresas. Desde o seu arranque, as exportações do Consórcio têm ido em crescendo: em 2017, 871 toneladas; 2018 quase 5000 toneladas e este ano, até Abril tinha exportado 3900 Tm, aspirando atingir as 9000 no final do ano. O actual momento é favorável e prevêem-se investimento das empresas para ampliar o efectivo de porcas e a produção de mais carne. Tradicionalmente, o principal mercado tem sido a Rússia, com 95% do volume exportado, seguida por Hong Kong e África. Contudo, a abertura do mercado chinês à carne de porco argentina é chave, dada a procura que esse país tem, (56 quilos em 2018 de consumo per capita/primeiro consumidor de porco a nível mundial) e a insuficiente oferta interna existente em consequência dos focos de Peste Suína Africana (PSA) registados naquele país. A China aprovou a abertura do seu mercado a cortes de carne, mas não para as miudezas, que é o que o sector pretendia, já que a China é o principal consumidor de patas, orelhas e cabeças, vísceras, etc..

Quinta-Feira, 4 de Julho de 2019/ Boletín Noticias del Exterior-MAPA / Espanha.
https://www.mapa.gob.es

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