María Aparicio

María Aparicio
214jsuarezbellochpedritin9103shkwakgalojorgeluisLuis ramos

PigCHAMP Pro Europa. Espanha

Nasceu em Segovia em 1976. Licenciou-se em Veterinária em 1999 pela UCM e no ano 2000 começou a trabalhar no Departamento de I+D de Proinserga, para passar pouco depois a trabalhar na PigCHAMP Pro Europa, S.L. desde o momento da sua criação, em Novembro de 2000. Desde então trabalhou na área de Gestão e Análise de Dados da empresa, desenvolvendo trabalhos próprios do referido departamento como a recolha de dados, introdução dos mesmos, gestão de explorações, análises e consultoria de dados produtivos, apresentações e palestras em feiras e congressos nacionais e internacionais, redação de artigos para diferentes revistas e webs, bem como trabalhos comerciais, serviço de atendimento ao cliente e formação de pessoal. Na actualidade é a responsável do departamento.

Curriculum actualizado: 16-Mai-2012

Artigos

As baixas das porcas: uma torre de Babel (I)

03-Set-2012 (há 6 anos 9 meses 14 dias)

O registro das baixas de porcas nos programas de gestão costuma ser algo simples, ainda que nem sempre se lhe dê a importância que tem e, portanto às vezes o registo é incompleto, com datas erróneas e sem anotar a causa da baixa. Sem embargo do seu correcto registo e posterior análise podemos obter informação muito útil para a correcta gestão técnico-económica da exploração.

As baixas das porcas: uma torre de Babel (I)

É possível ver o PRRS nos programas de gestão? (II)

20-Ago-2012 (há 6 anos 9 meses 28 dias)

Há explorações nas quais ocorre uma recirculação contínua de PRRS gerando variações na produção da mesma capazes de afectar muito os fluxos esperados de produção. Seguidamente são analizadas estas variações através de um programa de monitorização baseado tanto num programa de gestão informático como de análise SPC (Statistical Process Control).

É possível ver o PRRS nos programas de gestão? (II)

É possível ver o PRRS nos programas de gestão? (I)

06-Ago-2012 (há 6 anos 10 meses 11 dias)

O objetivo fundamental de ter programas informáticos de gestão técnica numa exploração é a de obter, a partir dos dados da mesma, informação que seja de utilidade para melhorar a eficiência produtiva de dita exploração. Dentro dessa informação, tais programas devem servir para detectar e prevenir problemas patológicos que a afectem, e avaliar o impacto que acarretam sobre os resultados da exploração.

É possível ver o PRRS nos programas de gestão? (I)

A árvore da produtividade: ferramenta imprescindível

10-Jul-2012 (há 6 anos 11 meses 7 dias)

Há uma série de variáveis (leitões desmamados/porca, prolificidade, fertilidade, etc.) que nos dão informação sobre a eficiência da exploração. Mas realmente sabemos relacionar estas variáveis, e ponderar cada uma segundo a sua importância, para detectar os pontos críticos e actuar em conformidade? Uma ferramenta muito útil para “situar” e...

A árvore da produtividade: ferramenta imprescindível

Explorações de genética - porquê e como praticar a autorreposição

25-Jun-2012 (há 6 anos 11 meses 23 dias)

Neste último capítulo dedicado às explorações de genética, avaliaremos em primeiro lugar os prós e os contras de ter autorreposição numa exploração, e a seguir calcularemos os censos médios necessários para poder praticar autorreposição na exploração.

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Explorações de genética - porquê e como praticar a autorreposição

Explorações de genética: processo de recolha de dados

28-Mai-2012 (há 7 anos 20 dias)

O processo de melhoramento genético baseia-se na recolha de informação dos animais, no processamento da referida informação (normalmente mediante o sistema BLUP) até à obtenção de um índice genético (que indica o seu valor para os caracteres que se estão a seleccionar), e a selecção mediante esse índice genético dos melhores animais para cruzar em pureza, com o objectivo de melhorar os caracteres seleccionados na seguinte geração.

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Explorações de genética: processo de recolha de dados