|
Uso de promotores no mundo 19/10/2007
|
|
| |
EUA: O uso de APC está em debate, devido a vários
grupos defenderem a sua proibição, embora não haja uma proibição
completa. Alguns antibióticos, como o cloranfenicol, foram retirados pela
FDA para proteger a saúde pública.
Canadá: O uso dos antibióticos como promotores
de crescimento (APC) não é proibido, de facto 90 % dos criadores
utilizam-nos. Não é provável que esta situação
mude já que os produtores não querem arriscar devido à prevalência
de PRRS e doenças associadas ao circovirus porcino e aos altos preços
da alimentação.
Brasil: A maior parte dos APCs são permitidos e o seu
uso está regulado por duas normativas. Alguns PCAs como as penicilinas,
tetraciclinas, cloranfenicol, nitrofuranos, arsenicales, 3-nitro, sulfonamidas
sistémicas, olaquindox e carbadox são proibidas. Não há
perspectivas de proibição total, ainda que o Brasil tenha participado
activamente nos foruns internacionais de discussão sobre a matéria.
Rússia: Os APC não são proibidos. A única
limitação é um periodo de retirada de três semanas
prévias ao abate. A regulamentação está a ser desenvolvida
conjuntamente com a OMC, ainda que ainda esteja numa fase muito inicial.
Filipinas: A legislação não proíbe o uso
de antibióticos como APCs.
Tailândia: Um grupo de APCs que incluem o cloranfenicol,
a furazolidona, nitrofurano, metronidazol e dimetridazol, assim como os glicopéptidos
e beta-agonistas são proibidos, mas alguns integradores não utilizam
APC.
China: Os antibióticos são considerados absolutamente
necessários para a criação de porcos. É posto um ênfase
especial na produção animal e no rápido crescimento do mercado
doméstico.
Vietnam: Um grupo de APCs, incluindo o cloranfenicol, furazolidona,
nitrofurano, metronidazol e dimetridazol são proibidos.
Austrália: Na Austrália é utilizada uma
ampla gama de APC. A avopracina é proibida desde 1999.
|
|
| |
|
|
| |
|
|
| |
Fonte: A Kroismayr. Natural growth promoters · a worldwide opportunity. 2007. Pig Progress, 27(4): 14-16 |
|
|